A Cannabis e integrativos como aminoácidos, vitaminas, minerais e ácidos graxos atuam de forma muito abrangente e oferecem qualidade de vida

A Cannabis e integrativos como aminoácidos, vitaminas, minerais e ácidos graxos atuam de forma muito abrangente e oferecem qualidade de vida

Neurodegenerativas | 1 minutos de leitura.

Hoje é o Dia Nacional do Parkinsoniano, dia especial para alertar sobre a importância do diagnóstico precoce e do tratamento eficaz para a Doença de Parkinson. E a Cannabis somado aos integrativos fazem toda diferença na vida dos pacientes.
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A Doença de Parkinson é uma condição crônica e progressiva que afeta o sistema nervoso central, levando à degeneração dos tecidos cerebrais. Essa degeneração resulta em uma diminuição significativa na produção do neurotransmissor dopamina, que desempenha um papel crucial na transmissão de mensagens entre as células nervosas.
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Quando há uma deficiência de dopamina, especialmente na região cerebral conhecida como substância negra, ocorre uma perda de controle motor, manifestando-se através de sinais e sintomas característicos da doença de Parkinson. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), estima-se que cerca de 4 milhões de pessoas em todo o mundo sejam afetadas por essa condição.
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Essa condição é caracterizada por sintomas como:

  • Lentidão dos movimentos
  • Tremores
  • Rigidez

 

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São diversos os medicamentos convencionais indicados para o Parkinson, um dos mais conhecidos é o Levodopa, mas sua efetividade para tratar todos os sintomas envolvidos na doença é muito limitada, e apresenta efeitos colaterais consideráveis, assim como a maioria dos alopáticos para condições crônicas.
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O tratamento com canabinoides e outros compostos integrativos como aminoácidos, vitaminas, minerais e ácidos graxos já atuam de forma muito mais abrangente e oferecem qualidade de vida aos pacientes.
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Um estudo de 2019, intitulado “O uso do canabidiol (CBD) no tratamento da doença de Parkinson e suas comorbidades” feito por pesquisadores da Universidade de São Paulo revisou 15 estudos científicos que tratavam do uso da Cannabis para o tratamento do Mal de Parkinson. As conclusões da pesquisa demonstraram que o sistema endocanabinoide passa por alterações durante a evolução da doença, incluindo redução na quantidade de receptores nas fases iniciais da doença. Sendo assim, é sugerido na pesquisa o uso terapêutico dos fitocanabinoides, principalmente o CBD e o THC (delta-9-tetrahidrocanabinol).
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Para a análise dos resultados, foram feitas pesquisas utilizando principalmente o CBD. Na grande maioria dos estudos clínicos que envolveram a administração do canabinoides nos pacientes, os autores apontaram que o canabidiol reduziu os principais sintomas da DP e não produziu efeitos adversos. Na revisão foi destacado evidências do poder do CBD na oscilação dos sintomas psiquiátricos, ou seja, a mudança de humor típica em pessoas que tomam medicamentos para gerenciar a ansiedade e a depressão causadas pelo Parkinson.
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Outro estudo chamado “Segurança e tolerabilidade do canabidiol na doença de Parkinson: um estudo aberto de escalonamento de dose” (tradução), das dez pessoas que completaram o estudo, todas tiveram melhora nos sintomas, principalmente no sono e descontrole emocional/comportamental. Foi concluído então que a Cannabis medicinal pode sim ser grande aliada no tratamento da Doença de Parkinson.
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Referências

Referências:

Dos Santos, Rafael, et al. “O Uso Do Canabidiol (CBD) No Tratamento Da Doença de Parkinson E Suas Comorbidades the Use of Cannabidiol (CBD) in the Treatment of Parkinson’s Disease and Its Comorbidities.” Rev Med, vol. 98, no. 1, 2019, pp. 46–51, https://doi.org/10.11606/issn.1679-9836.v98i1p46-51.
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Leehey, Maureen A., et al. “Safety and Tolerability of Cannabidiol in Parkinson Disease: An Open Label, Dose-Escalation Study.” Cannabis and Cannabinoid Research, vol. 5, no. 4, 19 Mar. 2020, https://doi.org/10.1089/can.2019.0068 .

04/04/2024
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