Pacientes com deficiência na produção de células sanguíneas, como as leucemias e síndromes de imunodeficiência congênita são o grupo que mais necessita dessa doação. No caso específico das leucemias, é importante lembrar que a indicação de transplante irá depender do tipo de leucemia.
No Brasil temos o portal Redome, o Registro de Doadores Voluntários de Medula Óssea, vinculado ao Ministério da Saúde, responsável pelo monitoramento das informações de todos os voluntários cadastrados e pela identificação de possíveis doadores para pacientes brasileiros
Para se tornar um doador de medula óssea é necessário:
- Ter entre 18 e 35 anos de idade
- Estar em bom estado de saúde
- Não ter doença infecciosa transmissível pelo sangue
- Não apresentar história de doença neoplásica (câncer), hematológica ou autoimune
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Relacionando a temática com a Cannabis, uma revisão da literatura, de 2020, apresentada pelo Unifametro indicou que o THC (delta-9-tetrahidrocanabidiol) se mostrou eficaz no processo de morte celular das células leucêmicas. Os resultados da pesquisa confirmaram que tanto o THC quanto o CBD (canabidiol) tiveram atuação no tratamento das estruturas celulares doentes, porém com diferentes efeitos. Sendo que o THC foi o que evidenciou maior potencial na terapia.
Para saber mais informações sobre o processo de doação acesse:
http://redome.inca.gov.br
https://ameo.org.br
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Referências
Marques, S. M. F. (2020). O uso da Cannabis sativa para o tratamento de células leucêmicas: uma revisão de literatura (Doctoral dissertation)
https://www.gov.br/inca/pt-br/acesso-a-informacao/perguntas-frequentes/doacao-de-medula-ossea
http://redome.inca.gov.br