Estudo australiano com óleo de cannabis por 2 anos em quase 4 mil pacientes indica melhorias significativas em todos os resultados clínicos
| 2 minutos de leitura.Um estudo de 2022, chamado “Um grande registro de coorte longitudinal australiano demonstra segurança e eficácia sustentadas da Cannabis medicinal oral por pelo menos dois anos”, acompanhou 3.961 pacientes de diversas condições por dois anos, a idade média foi de 56 anos e dos quais 51% eram mulheres.
As principais patologias tratadas foram dor crônica 71,9% e condições psiquiátricas e neurológicas, 15,4% e 2,1% respectivamente. Além disso, os pacientes já se tratavam com diversos medicamentos alopáticos (média de mais de 6).
Segundo o próprio estudo, até 2022, essa foi a maior pesquisa do mundo sobre a eficácia e segurança da Cannabis medicinal. Ela incluiu pacientes diferentes, de idades variadas, com várias condições médicas e usando diferentes medicamentos. Todos esses pacientes, que nunca tinham usado a planta antes, foram receitados Cannabis medicinal e mostraram uma melhora rápida e significativa em todos os aspectos medidos e resultados clínicos validados.
Os pacientes receberam uma dose diária de um óleo contendo 10 mg de THC e 22,5 de CBD durante mais de dois anos. As melhorias relatadas permaneceram ao longo desses dois anos de acompanhamento da pesquisa. Em conclusão, a Cannabis demonstrou eficácia e segurança para os pacientes, principalmente para os sintomas relacionados à dor, sono e bem-estar.
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Isso justifica a razão do por que a planta vem sendo cada vez mais utilizada para uma série de condições de saúde, além deste, diversos estudos também provam a eficácia do tratamento canabinoide. A Cannabis vem substituindo muitos medicamentos alopáticos, principalmente por sua segurança e poucos efeitos colaterais em comparação, por exemplo, ao uso contínuo de opioides ou ansiolíticos.
Referências
Referências:
"A Large Australian Longitudinal Cohort Registry Demonstrates Sustained Safety and Efficacy of Oral Medicinal Cannabis for at Least Two Years." PLOS ONE, vol. 17, no. 11, 18 Nov. 2022, p. e0272241.